URGENTE
🌍 Cobertura global 24/7 • 🏯 Leste Asiático: China, Japão, Coreia • 🛕 Sul da Ásia: Índia • 🏰 Europa • 🗽 Américas • 🌍 África • 🕌 Oriente Médio • 🇵🇸 Solidariedade Palestina •
Este artigo é uma tradução do idioma original.
🧠 Você Sabia

O que são Antiquities? – Objetos Antigos ou Tesouros Sem Preço?

Artigo que explora a fascinação humana por objetos antigos, desde a Mesopotâmia até a China, e como eles são valorizados e estudados.

27 Jun 20268 min de leitura0 visualizaçõesPor Redaksi KhatulistiwaWikipedia — Antiquities
O que são Antiquities? – Objetos Antigos ou Tesouros Sem Preço?
Imagem: Foto: Wikipedia — Antiquities (CC BY-SA 4.0)
AI

O que são Antiquities? – Objetos Antigos ou Tesouros Sem Preço?

Imagine que você encontra uma estátua de pedra velha no quintal de casa. Pode parecer apenas uma pedra, mas para um especialista, pode ser um antiquity – um objeto antigo que conta a história de uma civilização antiga. Em geral, antiquities se referem a objetos de épocas passadas, especialmente da Grécia Antiga, Roma, Egito Antigo e da cultura asiática ocidental, como a Pérsia (atual Irã).

Mas o termo não se limita a isso. Antiquities também incluem artefatos de épocas mais antigas, como a Idade da Pedra Média, e de outras civilizações da Ásia, África e América. A fascinação por objetos antigos não é apenas uma questão ocidental; na China, por exemplo, objetos de bronze ritual de 2.000 a 3.000 anos de idade são colecionados e imitados há séculos. Na Mesoamérica, civilizações como os Olmecos (a mais antiga da região) produziram artefatos que foram enterrados novamente em sítios importantes de culturas posteriores, até a época da conquista espanhola. Os que estudam antiquities de forma acadêmica são chamados de antiquarians – diferente dos colecionadores, que apenas colecionam.

Por que os Seres Humanos Antigos Estão tão Obcecados com Objetos Antigos?


Acredite ou não, a obsessão por objetos antigos existe há milhares de anos. No Egito Antigo, faraós e sacerdotes colecionavam estátuas de épocas mais antigas para colocá-las em templos como símbolo da continuidade do poder. Na Grécia, a coleção de objetos antigos se tornou um símbolo de status social. Inclusive, o imperador Romano Adriano era conhecido por sua vasta coleção de arte grega. Ele até mesmo reconstruiu edifícios antigos como uma homenagem ao passado.

Na China, a nobreza da Dinastia Song (960–1279 d.C.) era famosa por colecionar objetos de bronze ritual da Dinastia Shang e Zhou. Eles não apenas colecionavam, mas também imitavam o design e escreviam poemas sobre sua beleza. Esse fenômeno é chamado de antiquarianismo – uma forma de homenagem aos ancestrais e esforço para entender a história através de objetos físicos.

Na Mesoamérica, civilizações como os maias e astecas frequentemente escavavam artefatos Olmecos e os colocavam em pirâmides ou palácios deles. Isso mostra que eles consideravam esses objetos ter poderes espirituais ou políticos. Portanto, a obsessão por antiquities não é algo moderno – é uma característica natural dos seres humanos para se conectar com suas origens.

Serão Todos os Objetos Antigos Considerados Antiquities?


Não necessariamente. Para ser considerado antiquity, um objeto precisa ter vindo de uma época passada – geralmente antes da Idade Média (cerca de 500 d.C. na Europa). No entanto, a definição pode variar de acordo com a cultura. Na China, antiquities se referem a objetos antes da Dinastia Qin (221 a.C.) ou mais antigos. Na Mesoamérica, é relacionado a civilizações antes da chegada de Colombo (1492).

Além da idade, o valor histórico e cultural também são importantes. Uma taça quebrada da época Romana pode não ser valiosa se for comum, mas se tiver uma inscrição ou marca de um artista famoso, seu valor aumenta. Por exemplo, o 'Vaso de Portland' – um vidro Romano do século 1 d.C. – é considerado um dos antiquities mais valiosos do mundo devido à técnica única de fabricação e à história por trás dele.

Além disso, objetos que são considerados antiquities mesmo sendo mais jovens, como artefatos da civilização Khmer no Camboja (séculos 9 a 15), porque representam uma civilização que desapareceu ou mudou drasticamente. Portanto, a idade não é o único fator – o contexto histórico e a unicidade cultural também são importantes.

Como os Especialistas Identificam Antiquities Originais ou Falsas?


Isso é uma pergunta muito importante, especialmente no mundo da venda de objetos antigos de grande valor. Os especialistas usam métodos científicos e históricos. Primeiramente, a 'tipologia' – comparar a forma, estilo e decoração do objeto com exemplos conhecidos de civilizações específicas. Em segundo lugar, a 'análise de materiais' – usar raios-X, espectroscopia e datação de carbono para testar a idade e composição.

Por exemplo, o bronze chinês antigo tem uma composição de chumbo e cobre diferente de réplicas modernas. Em relação às estátuas, os especialistas olham para marcas de ferramentas, patina (camada de óxido), e desgaste naturais. Réplicas frequentemente são 'demasiado perfeitas' ou têm marcas inconsistentes com técnicas antigas.

Além disso, o contexto da descoberta também é importante. Se um artefato é dito ter vindo de uma tumba de faraó, mas não há registros de escavação, isso é suspeito. Muitos criminosos de objetos antigos criam documentos falsos para 'provar' a autenticidade. No entanto, com tecnologias como a radiografia e a datação de fluorescência, os especialistas podem detectar a idade real do objeto. Portanto, se você está pensando em comprar um objeto antigo, certifique-se de obter um certificado de autenticidade de uma entidade de confiança como a UNESCO ou o Conselho Internacional de Museus.

Onde podemos Ver os Antiquities Mais Valiosos do Mundo?


Os antiquities mais famosos podem ser encontrados em grandes museus do mundo. Por exemplo, o 'Museu Britânico' em Londres tem o 'Pedra de Roseta' – a chave para decifrar hieróglifos egípcios. No 'Museu do Louvre' em Paris, você pode ver a 'Vênus de Milo' – uma estátua grega que perdeu as duas mãos, mas ainda é impressionante. No 'Museu Nacional da China' em Pequim, há uma coleção impressionante de objetos de bronze ritual da Dinastia Shang.

No entanto, não todos os antiquities estão em museus. Muitos ainda estão enterrados em sítios arqueológicos como a 'Valle dos Reis' no Egito ou 'Machu Picchu' no Peru. Inclusive, na Malásia, temos a 'Valle de Bujang' em Kedah – um sítio que contém templos e artefatos da civilização hindu-budista antiga (séculos 5 a 14). Aqui, você pode ver os restos de um comércio internacional com a China e a Índia.

Para quem está interessado em ver pessoalmente, uma visita a um sítio arqueológico é uma experiência inesquecível. No entanto, lembre-se – nunca, nunca, nunca pegue nada! Isso é um erro sob a 'Lei da Herança Nacional' na Malásia. Os antiquities são propriedade do Estado e devem ser deixados para os especialistas estudá-los.

A Posse de Antiquities se Torna Controversa?


Sim, muito controversa. O principal problema é a 'repatriação' – a devolução de objetos antigos ao país de origem. Um exemplo mais famoso é a 'Estátua de Elgin Marbles' da Acrópole na Grécia, que foi levada para a Grã-Bretanha no início do século 19. A Grécia tem solicitado sua devolução por décadas, mas a Grã-Bretanha se recusa com a alegação de que eles estão em 'condições de conservação melhor'.

No Egito, o governo conseguiu recuperar milhares de artefatos que foram roubados ou exportados ilegalmente. Da mesma forma, o Peru e o México têm solicitado a devolução de objetos da civilização Inca e Maya. Na Ásia, a China está constantemente tentando recuperar objetos de bronze e cerâmica que foram saqueados durante a colonização.

No entanto, há também a argumentação de que os museus em países desenvolvidos podem preservar e exibir esses objetos para uma audiência mais ampla. O problema ainda não está resolvido e frequentemente é um tópico quente em fóruns internacionais. Para os colecionadores particulares, as leis estão se tornando mais rigorosas – a maioria dos países proíbe a exportação de antiquities sem permissão. Se você tem um objeto antigo, certifique-se de que ele foi adquirido de forma legítima, ou você pode enfrentar uma sentença de prisão e uma multa grande.

Conclusão – Por que Devemos Cuidar com os Antiquities?


Os antiquities não são apenas objetos antigos ou investimentos financeiros. Eles são os restos dos ancestrais que nos ensinam sobre civilizações, tecnologias e crenças. A partir de artefatos como a 'Máscara de Tutankhamon' até a 'Estátua Moai' da Ilha de Páscoa, cada objeto tem uma história que espera ser contada. Ao estudar antiquities, não apenas apreciamos a beleza da arte antiga, mas também entendemos as raízes de nossas origens como seres humanos.

Nessa era digital, podemos acessar imagens 3D e realidade virtual para ver antiquities de todo o mundo. No entanto, nada pode substituir a experiência de estar diante de uma estátua de Faraó de 3.000 anos de idade – sentir a presença da história viva. Portanto, se houver a oportunidade, visite um museu ou sítio arqueológico. Quem sabe, você pode desenvolver um interesse profundo pela era antiga, como os antiquarians que dedicaram suas vidas a estudar esses tesouros.

Lembre-se – cada risco em uma taça, cada inscrição em uma pedra, é a voz do passado que tenta falar conosco. Ouça.

Disponível em:

Tags: